sábado, 16 de abril de 2011

Crashed wonderwall.


Ai ai, mais uma vez, meu muro das maravilhas foi derrubado. Mais uma vez, toda aquela magia e êxtase que alguém me faz sentir foi por água abaixo. E, dessa vez, foi tudo tão diferente. Dessa vez, eu não fiquei triste pelo fato de não poder fazer nada a respeito. Fiquei triste por ter perdido uma coisa de inexplicável valor pra mim. Tem certas pessoas que tu se apega, e não quer largar, mas por puro egoísmo, só pensando em si mesmo. Já com o Vitor, eu não queria que isso chegasse onde chegou, porque eu realmente admirei ele como pessoa. Todo tempo que eu passei do lado dele, era como se eu fosse ser feliz pra sempre, como se nada pudesse ficar feio. Foi muito tenso ver o negócio no twitter. Aquilo acabou com todos meus sentimentos em segundos. Me paralisou, me congelou, não sabia o que fazer, o que pensar. Não conseguia assimilar aquilo com o Vitor que eu conheci. Até agora, na verdade, eu não sei explicar, eu simplesmente não acredito no que vi. Foram horas agonizantes, nas quais eu estive perdida em todos os sentidos. Até que meu desejo foi atendido, e ele veio falar comigo. Mas nada foi tão melhor. Mais uma vez, eu perdi uma das pessoas mais importantes na minha vida. Mais uma vez, a derrota venceu. Isso me entristece profundamente, e aumenta o buraco no meu coração cada vez mais. Cada pessoa perdida, é um pedaço do meu coração que é queimado. E perdida não significa necessariamente levada pela morte. Pra mim, dói muito mais existir uma pessoa que tu quer abraçar o tempo todo, quer estar ao lado o tempo todo, do que uma pessoa que tu quer o mesmo, mas sabe que não pode por razões naturais. Tenho orgulho, mas sempre mato ele por quem eu preciso pra sobreviver sem me importar com as coisas erradas do mundo. Admito que tenho uma alma muito grande, porque eu NUNCA achei alguém que fosse como eu, que se sacrificasse 100% por alguém, e que fizesse tantas coisas bobas e intensas ao mesmo tempo. Me dói no fundo ouvir que eu sou especial, e não entender por que isso não me torna uma peça essencial na vida de quem é essa peça pra mim. Eu não posso obrigar ninguém a fazer nada, até porque nem eu dou 100% de mim pra mim mesma. Eu só posso esperar minhas chances de mostrar a essas pessoas que o brilho que elas exalam aos meus olhos é infinitamente mais forte que o brilho do sol. Por mais escuro que o dia esteja, por mais forte que o fato da perda esteja ficando, eu vou estar aqui pra sempre, pro que for. Tem pessoas que merecem todo o bem que eu sei que posso oferecer. São raras, são poucas, quase mínimas, mas são reais. E é pra essas pessoas que eu digo: eu atravessaria o infinito e o limite da vida pra me certificar de que vocês estão bem. E o motivo desse post, em especial: Vitor, não importam as circunstâncias, não importam as horas, tu tem meu carinho e respeito pra sempre. Quando tudo parecer ruim, e tu se sentir sozinho, lembra que tu tem minha força e meu coração. E, se isso não adiantar pra que tu esboce um sorriso que for, apenas me procura, que eu vou te receber de braços abertos. Eu vou ser teu muro das maravilhas, e meu colo vai ser teu lugar seguro pra te abrigar das tragédias. Não vou te mostrar isso, a não ser que tu peça, só assim tudo vai ter o verdadeiro significado. Obrigada por tudo que tu fez por mim. Eu te amo, de verdade.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sonhar, meu pior verbo.


Nunca fui muito de me importar com sonhos que não possuem evidências de que um dia se tornem realidade. Eles são bons, são felizes, mas nunca fui muito de dar bola pro fato de que eles jamais sairão apenas da minha mente. Eu ficava feliz por ter a chance de tê-los e vivenciá-los, mesmo que num mundo paralelo onde ninguém pode mudar coisas, nem mesmo eu. Todavia, é triste ter que admitir hoje que, ultimamente, esses mesmos sonhos que antes não atingiam meu psicológico têm sido motivos de lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Não só me fazem chorar, como também mudam totalmente meus sentimentos e desejos no dia-a-dia. Sonhos felizes me fazem acordar sorrindo, com vontade de gritar ao mundo alguma coisa em especial. Mas logo logo, eu me distraio e esqueço dessa felicidade toda, seguindo assim meu roteiro diário. Totalmente ao contrário de sonhos ruins, que são os que mais afetam meu humor. Acordo desanimada, triste, sem vontade de acordar pra falar a verdade. Passo o resto do dia não dando bola pra nada, a não ser pra ideias cada vez mais pessimistas. E o pior de tudo é que esse sentimento dura por dias as vezes. Sinto inveja das pessoas que não lembram o que sonharam na noite passada. De uma maneira ou de outra, elas seguem a vida como deve ser. Já eu, um sonho que eu tenha pode destruir todos os planos daquele dia e, quem sabe, dos dias seguintes. É, sonhos são poderosos quando se fala do meu cérebro. Ele funciona a base de coisas que eu imagino, sem querer ou por querer, somado com a realidade dos fatos. É por isso que eu costumo seguir meu coração. Prefiro seguir o mais tolo dos caminhos, mas que eu sei que vai me deixar feliz ou aliviada; do que seguir o mais esperto dos caminhos, o qual vai ser o mais 'correto' de acordo com os padrões da sociedade atual, mas hipnotizado por pensamentos depressivos. Coração está acima do cérebro. Esse é meu maior lema. E meu mundo imaginário é o que mais tenta abalar e inverter essa frase.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Dreaming about...


one in the morning, just me and my guitar. no song is on my lips, no one is in my heart. friends aren't calling, at least not tonight. right now i'm just spending time with cabernet and moonlight. lately i've been feeling like a vending machine, put in a quarter and take away a piece of me. but i'm still breathing in this rainy air almost positively certain that there's someone out there for me. when you're here, here in my arms and not in my dreams. when you're real and i can feel you, and everything is what it seems. when your love is my love and my heart is finally yours... we won't be lonely anymore. so wipe your tears wherever you are now. i know it's lonely but somehow life will work it out. you're feeling broken, you're feeling just like me. but there's a time and place we'll see each other's faces and we'll believe. when you're here, here in my arms and not in my dreams. when you're real and i can feel you, and everything is what it seems. when your love is my love and my heart is finally yours... we won't be lonely anymore. good things come to those who never gives up. believe, happiness will arrive! you'll be here, here in my arms and not in my dreams. you'll be real and i can feel you, and everything will be like it seems. when your love is my love, and my heart is finally yours... you won't be lonely. we won't be lonely anymore.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Bulletproof heart.


E segundo, mas não menos importante ou doloroso assunto: o coração. Fazem mais de 3 meses que terminei o namoro. Aliás, que terminaram meu namoro. Fiquei com 6 guris desde então. 4 deles quiseram continuar comigo, mas eu neguei. Por quê? Porque eu não consigo gostar de mais ninguém. Como eu disse antes, não consigo imaginar planos ao lado de ninguém como eu imaginava com o Lucas. É duro ter que aceitar que não tem volta, ainda mais quando no meu coração restam duas gotas de esperança. As pessoas dizem pra eu não correr atrás, pra eu seguir minha vida, pra eu largar de mão. E eu pergunto a elas: vocês largariam de mão aquilo que vos faz feliz? Vocês conseguiriam manter longe uma pessoa que, por mais fundo que te corte, a ferida te deixa feliz? Acho que isso é uma forma de explicar o amor, sabe. Quando eu tô longe dele, eu tô triste. Quando eu tô perto e vejo que ele não gosta de mim, eu tô triste. Não existe um meio termo. Porém, eu consigo ficar feliz só pelo fato de poder estar ao lado dele, de poder saber o que ele tem feito, de poder dizer que eu ainda não fui esquecida. Me dói profundamente o coração quando eu penso que ele consegue viver sem mim. Mas eu não quero que isso aconteça. Não quero que nosso laço acabe. No fundo no fundo, eu ainda tenho alguma força de vontade de conquistar ele de novo. Por mais racional que seja a ideia contrária, o que eu posso fazer? O ser humano é capaz de loucuras, e capaz de fazer coisas que não há explicação racional ou gramatical. Será que eu preciso ter fé? É difícil manter ela sentada a mesa, quando todos os outros convidados já se foram, e o chá já esfriou. É difícil manter intacto o coração sem usar um colete a prova de balas. E, tão logo, é difícil suportar um coração machucado revestido com uma camada impermeável. Acho muito triste, de verdade, o fato de ter tanto guri legal querendo dividir a vida comigo, enquanto minha vontade não passa de uma amizade. Não me acho no direito de querer alguma coisa, porque no fundo eu sei que eu alimentei o fim do amor que ele sentia por mim. Mas eu realmente espero que tudo acabe logo. Que eu fique com ele e isso faça os dois felizes, ou que a gente fique separados e que nenhum sofra. Tá foda, mas acho que um dia tudo se resolve. O sabiá retoma a fazer um novo ninho mesmo depois que a tempestade tenha levantado casas.
E já que eu tô nesse assunto, quero dizer umas coisas que eu tenho MUITA vontade de dizer pro Lucas: amor da minha vida, tudo que eu mais queria agora era te abraçar, era poder sentir meu mundo em minhas mãos novamente. Eu tô sentindo demais a tua falta. Quero que tu encontre teu caminho e seja feliz nele, mesmo que eu não esteja nos planos. Mas saiba que eu vou estar sempre do teu lado quando tu precisar, sempre mesmo! Tu sempre vai ter uma solução, ou uma fuga, ou um apoio, o que for. Só basta me procurar e dizer que eu posso te ajudar. Mesmo que eu não seja nada pra ti, saiba que tu é a metade que completa meu coração. Eu te amo muito. mimi :\

Carreira.


Primeiro, minha vida profissional. Tô de férias, tenho 19 anos, não trabalho, não estageio, e faltam 3 dias pra rematrícula. Mas só de pensar em voltar as aulas me dá um desânimo tremendo. Eu gosto do meu curso e gosto do que ele tem pra oferecer futuramente, mas alguns assuntos são tão tediosos. E cada vez minha dúvida é maior, do tipo: quando foi descoberta uma nova forma de vida, eu achei o máximo, me interessei muito pelo assunto. Se o professor chegasse e falasse que foi criado um novo processador, eu não acharia nada legal. Então, será que se eu fizesse um curso mais fácil como biologia, eu estaria estagnada? Não querendo desmerecer, mas tudo na biologia faz muito mais sentido que na engenharia. Claro que é foda poder dizer que eu vou ser engenheira, mas e o agora? Quero um estágio pra ver logo se é isso mesmo que eu me imagino fazendo no futuro. Mas a minha vontade de não crescer é tão grande que chega a um ponto em quê eu vou precisar fazer com que alguém me leve até o estágio. Isso tudo tá tão incômodo pra mim. Cadê aquele incentivo? Eu realmente espero que ele chegue logo e me torne uma pessoa que faça a diferença.

O Retorno.

Opa, tudo bom? Caralho, fazia tempo que eu não entrava aqui hein. Tinha até esquecido :{ asdoijasdoidjas Mas uma pessoa me lembrou e tal.
Ok, vejamos. O que eu tenho pra falar agora? Nada de bom, infelizmente. Tô numa fase tão ruim da minha vida. Tô acomodada no nada, e se me perguntarem o que é força de vontade, vão estar falando chinês comigo. Ao mesmo tempo que eu não mexo os pés, eu me sinto cada vez mais sozinha. Não consigo gostar de alguém como antes, não consigo me imaginar ao lado de uma pessoa pro resto da vida como eu imaginava com o Lucas. Não sei se isso é normal, porque ele foi meu primeiro namorado, e ficamos juntos há mais de 3 anos. Enfim, vamos separar por posts os assuntos, rs.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Derrota.


Cadê o prêmio? Onde eu saio ganhando com tudo isso? EM NADA. Qual a graça de destruir todos os sonhos de uma pessoa? Qual a graça de castigar tanto uma pessoa? Será que eu devia pensar com a cabeça, e ignorar complemanete o coração? Por que a dor tem que ser tão duradoura, e a alegria tão momentânea? Por que a minha maneira de agir me fez perder a pessoa mais importante da minha vida?
As dúvidas são infinitas. Coisas tão complexas que fluem na minha alma. Cada dia mais, eu sinto que a felicidade dá um passo pra longe de mim. Essa nostalgia que me domina de corpo e mente, esse sentimento de derrota, simplesmente não passam. Falar é fácil, aconselhar é fácil. Mas nem tudo é tão simples assim. Não adianta eu chegar e fazer alguma coisa, se minhas ideias me mostram a escuridão. Eu olho ao meu redor, e vejo cada coisa sem cabimento, cada pessoa que sofre tanto por uma monstruosidade. Eu sempre dei o melhor de mim, sempre dei a minha maneira de ser. E todos dizem que eu sou amada, querida, carinhosa, etc. ENTÃO, POR QUE ESSA MERDA TODA TINHA QUE COMEÇAR A FEDER LOGO PRO MEU LADO? Não sou vítima, mas porra, por que tudo tem que ser tão doloroso? Cadê todas as respostas, ou motivos? POR QUE TU ME DEIXOU SOZINHA? NÃO PODIA SIMPLESMENTE SE IMPORTAR UM POUCO? Ou melhor: se era pra ser assim, e pra fazer isso, por que tu tinha que aparecer na minha vida e deixar tantas feridas? De bom, isso não tem nada. Então, será que alguém pode me dizer qual a moral? Me vejo cada vez mais fundo em buraco de areia movediça.